17 junho, 2020

GOVERNO DO ESTADO AUTORIZA REABERTURA DE IGREJAS E TEMPLOS RELIGIOSOS


Divulgação

O governador Paulo Câmara anunciou, nesta quarta-feira (17), a decisão de permitir, a partir da próxima segunda-feira (22), a reabertura de igrejas e templos religiosos. A medida é valida para todos os municípios do estado, exceto para as 85 cidades da Zona da Mata e do Agreste que não foram incluídas no plano de retomada das atividades econômicas por não apresentarem resultados positivos quanto à estabilização nos números referentes à pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o governador, para que essa reabertura possa ser feita, é preciso seguir um protocolo com medidas preventivas, que estabelece, por exemplo, o limite de 30% da capacidade de público e a adoção de um intervalo de no mínimo três horas entre as celebrações, tanto para evitar aglomerações quanto para garantir a higienização do ambiente.

A disponibilização de cadeiras e bancos para uso individual, em quantidade compatível com o número máximo de participantes autorizados para o local, é outra medida que precisa ser observada por líderes religiosos. Bancos coletivos devem ser reorganizados e demarcados para garantir o afastamento recomendado pelas autoridades de saúde. Há, ainda, determinação quanto ao controle do fluxo de entrada e saída de pessoas. Em caso de formação de filas, é preciso que haja demarcação, para manter o distanciamento mínimo. Caso haja possibilidade, as portas de entrada devem ser diferentes das portas de saída, e deve ser evitado todo e qualquer contato pessoal.

A autorização para retomada do funcionamento de templos religiosos foi alvo de cobranças por parte de líderes e parlamentares ligados ao setor. O deputado federal André Ferreira (PSC) fez duras críticas ao plano estabelecido pelo Governo do Estado, que, num primeiro momento, não incluiu igrejas e outros templos entre os setores que seriam beneficiados com a volta às atividades.

“O governo precisa tratar a todos como iguais, sem discriminar qualquer setor. É necessário estabelecer um protocolo de retorno das igrejas que garanta o direito dos fiéis de buscar o conforto necessário na fé”, destacou André Ferreira em nota enviada à imprensa no início deste mês de junho.

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